A rinite alérgica é uma enfermidade crônica causada pela manifestação de respostas exageradas do organismo a um agente que não é potencialmente agressivo, interpretando sua presença como sendo tóxica ao organismo – processo esse denominado sensibilização. Desta forma, em uma pessoa que não é portadora deste problema de saúde, ao entrar em contato com tal substância, não há o desencadeamento de sintomas.
De causas ainda não tão bem elucidadas, sabe-se que histórico familiar tem forte influência quanto à manifestação da rinite, que acomete cerca de 20% da população. Seus principais sintomas são o entupimento do nariz, coriza, crises de espirro e, em alguns casos, coceira no nariz, garganta, céu da boca e/ou olhos; semelhantes ao resfriado. Eles surgem logo após o contato com o alérgeno, e podem perdurar por bastante tempo. Poeira, ácaros, fungos, pólens e cheiros fortes são os principais fatores desencadeantes.
A principal maneira de prevenir tais eventos é evitar essas condições ambientais. O quarto, por exemplo, deve ser bem ventilado e limpo com bastante frequência, devendo ser considerado o uso de pano úmido e/ou aspirador de pó com filtros especiais. A presença de pelúcias, carpetes, almofadas e cortinas, uma vez que acumulam poeira e podem propiciar a proliferação de ácaros, deve ser evitada. Quanto a isso, é válido lembrar que ácaros se alimentam de detritos de pele descamada, restos de alimento e poeira.
Travesseiros e colchão devem ser encapados, trocando a fronha e o lençol pelo menos uma vez por semana. Filtros de ar condicionado também merecem atenção, com limpeza semanal. Além disso, a presença de animais neste local é proibida, já que seus pelos podem provocar a alergia.
Para diagnóstico, é feita a análise clínica e dos sintomas, e testes alérgicos, expondo a pele do paciente, ou seu sangue, a alérgenos.

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